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carta de princípios

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Mapa da renfa pelo país

2004

 

  •  Atos pela legalização da maconha em algumas cidades do Brasil.

 

2010

 

  • São construídos no RN o Coletivo Antiproibicionista CannabisAtiva e o Ciclo de debates Antiproibicionista da UFRN. Este é o evento anual de maior regularidade no tema antiproibicionista da América Latina.  Em 2019, passou a se chamar Ciclo de debates antiproibicionista da UFRN Leilane Assunção em homenagem a sua fundadora.

 

2013

 

  • Encontro ABORDA em Aracaju. Conexão com os militantes de redução de danos, conexão com o movimento no DF. 

  • Criação do Coletivo Antiproibicionista de Pernambuco.

 

2014

 

  • Reunião de Coletivos e Ativistas Antiproibicionistas (RENCAA) no âmbito da Bienal da UNE, na FND / UFRJ - RJ. Várias mulheres percebem que os homens se blocaram e não queriam que as mulheres discutissem feminismo. 

  • Encontro de ativistas feministas na cidade do Rio de Janeiro começa a articular a RENFA. Reunião das mulheres no dia seguinte ao RENCAA contou com a presença de 40 mulheres para falar de feminismo e antiproibicionismo. É a primeira vez que se fala da possibilidade de criar uma articulação nacional de mulheres usuárias de drogas.

 

2015

 

  • Encontro Nacional de Coletivos e Ativistas Antiproibicionistas (ENCA)

As mulheres da RENFA participaram da organização do Encontro Nacional de Coletivos e Ativistas Antiproibicionistas (ENCA), que reuniu cerca de 600 ativistas de todo Brasil na cidade do Recife, para debater os modelos da política de drogas e alternativas. 

  • Marcha das mulheres negras

 

2016

 

  • Fundação da RENFA: Plenária de fundação da RENFA dentro do ENCAA, leitura de manifesto com presença de 100 mulheres representantes dos 18 Estados nos quais a Rede estava presente. 

 

2017

 

  • Setembro Encontro Nacional de Feministas Antiproibicionistas (ENFA) no Recife/PE.

  • Criação da Teia Latino Americana - Montevidéu / Uruguai no âmbito do EFLAC - a partir de um projeto aprovado por PE com Fundo Elas;

 

2018

 

  • Início da Agenda Feminista Pelo Desencarceramento

A Rede Nacional de Feministas Antiproibicionistas (RENFA) promoveu nos anos de 2018 e 2019 a Agenda Feminista Pelo Desencarceramento, projeto realizado com apoio do Fundo Brasil para realização de pesquisa e atendimento pelo desencarceramento feminino nas cidades de Recife e Rio de Janeiro.

  • RENFA participa da construção do 8M pelo Brasil.

  • RENFA participa da construção da Marcha da Maconha em diversos estados.

  • Reunião Nacional de Planejamento em PE.

 

2019

 

  • Audiência dos 31 anos da RD - DF. Projeto de lei instituindo o dia nacional da RD. 

  • Encontro Nacional da Agenda pelo Desencarceramento em Fortaleza. 

  • Reunião Nacional de Planejamento em CE.

  • Tenda poprua no DF. 

  • Frente Parlamentar Feminista Antirracista

  • Escola Livre de Redução de Danos 

  • Marcha das Margaridas 

 

2020

 

  • Ações de solidariedade (cestas básicas e kits de RD) por conta 

  • Lançamos 3 candidaturas e manifesto “meu partido é o feminismo negro”

  • Enegrecer a Política

  • Caso João Miguel 

  • Prisão política de Sara e Débora e campanha

  • Aprovação de Escola Nacional de Gênero e Sexualidade 

  • Ações de comunicação

  • Aprovação do projeto OSF, Fundo Elas e fundo internacional.

 

2021

 

  • Lançamento virtual do Manual Feminista Antirracista pelo Desencarceramento

  • Reunião Nacional de Planejamento em BA.

Acreditamos que é preciso construir um projeto social de transformação radical, a partir de uma perspectiva democrática , feminista, antirracista, anticapitalista e antipunitivista.

Somos antiproibicionistas , pois entendemos que a legislação de drogas atual, baseada no proibicionismo, é responsável por graves violações à democracia e aos direitos humanos da população. Denunciamos o modelo de “guerra às drogas” como uma guerra dirigida às pessoas pobres e negras, que promove uma intervenção violenta do Estado , altos índices de encarceramento e danos a indivíduos e comunidades. Sabemos também notado impacto que a política atual de drogas na vida das mulheres, que estão antes de serem encarceradas, perderem seus familiares por violência do Estado ou impossibilitadas de exercer seu direito à maternidade. Segundo o Departamento Penitenciário Nacional (Depen), a população carcerária feminina aumentou 556% nos últimos 12 anos, enquanto a masculina subiu 130%.  

Rede Nacional de Feministas Antiproibicionistas
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A Rede Nacional de Feministas Antiproibicionistas (RENFA) é uma organização política feminista, antirracista, supra partidária e anticapitalista, criada para atuar em rede na luta pelos direitos humanos e fortalecimento político das mulheres. Nosso objetivo é transformar os modelos de controle pelos sistemas de opressão racista, patriarcal e capitalista, em especial no campo das políticas de drogas. Estamos organizadas em 11 coletivos locais: AL, BA, CE, DF, MG, PA, PE, RJ, RN, RR e SP.

Antiproibicionismo como missão

A RENFA foi fundada em 2016 como resposta à necessidade de lutar pelos direitos das mulheres, em especial as usuárias de drogas. Sua articulação aconteceu do encontro de ativistas feministas de 9 Estados do Brasil, que se reuniram no ano de 2014 na cidade do Rio de Janeiro. São mulheres que fomentam em seus territórios a luta por uma reforma da atual política de drogas, com foco na defesa dos direitos dos grupos mais atingidos pelo modelo proibicionista - um exemplo das mulheres encarceradas, seus familiares, profissionais do sexo, mães vítimas da violência do Estado, mulheres em situação de rua, profissionais do sexo e LBTQIAP +, em sua maioria negras.
 

sobre a renfa

Logotipo RENFA - Rede Nacional de Feministas Antiproibicionistas desenhado como uma etiqueta na cor verde com efeito amassado